Banda Distopia traz um bom rock pop feito no norte do país. Confira o papo!

21. março 2019 15:56 | Texto por Ricardo Nobrega

A gente pode ir no pop, no sertanejo, no funk, mas a nossa alma é do rock e dessa vez rolou um banda em um lugar que nem imaginaria ter uma banda tão boa e preparada para o mercado musical, ainda mais com o rock nacional em baixa. Como não poderia ser, falamos com a banda Distopia, que é um projeto musical de Rock Alternativo formado pelos compositores Hélio Vieira e Vandrin Rodrigues, da cidade de Porto Velho – RO, Brasil. A banda portovelhense conquistou seu espaço no cenário musical com o lançamento do seu primeiro cd, homônimo, em 2017. Álbum este consolidado com as faixas "Dias Atrás", "Como se fosse Amanhã" e "Tempestade", que alcançou a marca de de 500 mil visualizações nos primeiros meses com seu clipe lançado nas mídias sociais. 

A banda surgiu com o ideal de aproximar e fortalecer a cena local. O álbum foi gravado no estúdio Play Sonora e conta com a participação de vários nomes do cenário do rock portovelhense. 

A atual formação conta com os membros: Hugo Borges (vocais), Vandrin Rodrigues (vocais e guitarra), Rafini Root (guitarra), Mikeias Belfort (baixo), Renan Lima (bateria) que já trabalham na produção de seu próximo lançamento.

Os caras são bons mesmo, pega esse clipe da música "À Deriva":

Se liga no papo que tivemos com os caras. 

HCNOAR: À Deriva, tem um sonoriedade incrível e o clipe que realmente toca você, quais as referências de vocês nesse pop rock romântico?

R: Nossas influências variam bastante.Cada membro da banda veio com uma bagagem diferente e meio que demos um jeito de tornar isso harmônico. Mas eu diria que o aspecto "Romântico" se deve à mensagem que queremos passar.  Não importa se estamos na contramão do mundo, se nos sentimos perdidos as vezes, mesmo estando "À deriva", podemos amar, continuar lutando sem desistir. Precisamos manter a esperança de que dias melhores virão e acima de tudo, lutar por esses dias!  

HCNOAR: O rock nacional após o ciclo de 2006 até 2011 saiu do cenário das grandes rádios e TVs e até a cena paulistana que era super forte e mantida por jovens não é a mesma, ainda  viva, mas não com a mesma força.  Como vocês persistem de forma geral e na cena local do estado de RO? 

R.: É verdade que o rock não está mais no mainstream como antigamente, mas aprendemos que é preciso saber ouvir as coisas novas que estão surgindo e acima de tudo, saber onde procura-las, apoiando o trabalho e respeitando as diferenças. Com isso em mente mantemos madura a ideia de que podemos sim fazer rock. Buscamos sempre divulgar o nosso trabalho através dos festivais culturais e também espalhando a palavra da Distopia em eventos que organizamos em parceria com amigos. A luta é constante e não é fácil para as bandas do estilo, mas nosso principal combustível é que tem havido uma valorização aos projetos autorais no nosso estado, tanto por parte da população quanto do poder publico. 2018 foi um ano movimentado pra gente e tocamos em alguns festivais como o Boto Rock e o Rondon Rock Festival que nos deram bastante visibilidade local. Em 2019, com o lançamento do Single e do nosso EP Por Acaso esperamos colher mais frutos a respeito do que tem sido o nosso trabalho como banda e tocar o nosso som cada vez mais adiante.

HCNOAR: A música Tempestade tem um vídeo lyric foi um hit da banda, porque vocês acham que as pessoas fazem uma “tempestade” para se entregarem e se arriscarem para viver o amor atualmente? 

R.: Acreditamos que cada um busque o amor de uma forma diferente. E na "Distopia" em que vivemos hoje, nesse mundo cada vez mais superficial, cada vez mais urgente, demonstrar e viver o amor é uma forma de buscar a essência "Real" e "Humana" que ainda existe dentro de cada um de nós. Se entregar à essa emoção se torna cada vez mais necessário. Que façam loucuras para amar, mas amem e respeitem uns aos outros. 

HCNOAR: Em todos os clipes notei um cuidado com a qualidade no audio e também com estética, e saindo do clichê de apenas a banda tocando, e não é difernete no “Como se fosse amanha” , como elabaoram isso e o que diriam sobre viver o presente?

R.: O cuidado com o projeto é essencial. Temos o costume de dizer que a Distopia é como um filho pra nós. Em 2018 por exemplo sentamos pra produzir as musicas e vivemos constantemente juntos como uma família mesmo. Foram meses de um trabalho árduo feito com muito carinho justamente pra entregar um material de qualidade. Sobre viver o presente, todos nós temos experiência com banda e palco, sempre fizemos disso nossa forma de viver,  e quando nos unimos com o intuito de fazer acontecer foi natural. Vivemos o presente com tudo que aprendemos em todos esses anos vivendo de música. É preciso entender, lembrar e aceitar o seu passado, respeitar o lugar de onde você veio e as batalhas que você travou,  pra poder aprender com tudo o que viveu e desfrutar do presente. 

Curtiu né, confira o site:http://bandadistopia.com.br/site/

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