Crítica – Tudo e Todas as Coisas (que já estamos acostumados)

15. junho 2017 19:41 | Texto por Gustavo Crispa

Uma protagonista feminina atormentada por sua rara doença descobre o amor quando um belo e enigmático rapaz surge na sua vida... Tenho certeza que você já viu isso ou algo parecido e novamente verá em “Tudo e Todas as coisas” filme baseada na obra de Nicola Yoon.

Maddy Whititier (Amandla Stenberg), é uma menina que está completando seus 18 anos ao início do filme, ela vive presa em sua casa tendo contato apenas com sua mãe, a medica Pauline (Anika Noni Rose) a sua fiel enfermeira Carla (Ana de la Reguera) e sua filha Rosa (Danube Hermosillo), Maddy não pode sair de casa já que possui uma grave e rara doença que deixa seu  sistema imunológico quase sem defesas e com aquelas que resta extremamente fracas, podendo fazer até de uma simples gripe algo mortal, a jovem busca conforto em inúmeras atividades que variam de um curso online de arquitetura à vídeos de gatos fofos (Quem não gosta?) Sempre no conforto de seu quarto e cercada de sonhos envolvendo o mundo fora de sua casa, uma vida apresentada como monótona sempre, mas (sempre tem um mas) ela é surpreendida no dia de seu aniversário de 18 anos quando novos vizinhos surgem e um em especial chama sua atenção, Olly Bright (Nick Robinson) um jovem com algumas características Emo e um senso de humor estranho que rapidamente encanta Maddy, uma paixão surge entre eles e terão que enfrentar os obstáculos que a doença da menina e sua mãe colocam ameaçando o amor do casal.

 

 

 

O filme não deve te surpreender, consegue arrancar alguns suspiros e criar momentos de tensão, nada muito grande ou extravagante. Não precisa levar lenço pro cinema, economiza e compra comida que é melhor. O ritmo do filme é lento e pode incomodar, mas você pode aproveitar esses momentos e apreciar a fotografia do filme, cheio de belos cenários sempre rico em detalhes principalmente quando a nossa bela protagonista usa a imaginação, aproveitando minhas palavras, a maneira que o diretor usou a criativa mente da garota para adaptar simples conversas de texto por celular criando cenas divertidas e diferentes ao lado de um Astronauta (prometo que faz sentido).

Tudo e todas as coisas é um ótimo filme para levar a Crush ao cinema e perder algumas cenas do filme sem te deixar perdido ao decorrer da história.

 

 

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