Gregório Duvivier e Clarice Falcão falaram sobre o filme Desculpe o Transtorno e nos contaram o que faz eles mudarem de personalidade! Confira agora!

13. setembro 2016 16:34 | Texto por Guilherme Souza

Eu fui assistir ao novo filme do diretor Tomas Portella, "Desculpe o Transtorno". O filme é uma comédia romântica e conta a história de Eduardo (Gregório Duvivier), um cara certinho que mora em São Paulo, trabalha numa empresa de patentes. e tem uma noiva controladora, Viviane (Dani Calabresa). Ao descobrir que tem dupla personalidade, ele tem que sair das confusões em que é colocado por seu outro "eu", o Duca, que se apaixona pela carioca descolada Bárbara (Clarice Falcão).

O filme vem rendendo muitos comentários ainda antes de sua estreia devido à coluna que Gregório escreveu para a Folha, "Desculpe o transtorno, preciso falar da Clarice". Alguns dizem que foi estratégia de marketing, e pode até ter sido, mas em certos momentos enquanto assistia ao filme e via a forma como o Duca olhava para a Bárbara, ou como o Gregório olhava para a Clarice, realmente me questionava se aquilo era só atuação. 

O filme foi gravado há 2 anos, provavelmente enquanto eles ainda estavam juntos, e eu realmente vi o brilho nos olhos de Gregório quando olhava para Clarice. Sabe em "500 Dias com Ela" quando o narrador fala que é a história do garoto que conhece a garota, mas que não é uma história de amor? Tenho a impressão de que a história dos dois seja algo parecido com isso.

Mas enfim, voltando ao filme, ele conseguiu me tirar algumas risadas. A personagem de Dani Calabresa é muito boa, mas isso não é novidade, ela sempre arrasa demais! A Julia Rabello faz uma pequena participação, mas em uma das cenas mais engraçadas do filme na minha opinião, que é quando o Duca vai para uma reunião de pessoas com múltiplas personalidades tipo um AA. 

Depois de assistir ao filme, teve uma coletiva de imprensa com o elenco, o diretor e os irmãos Gullane, que foram os produtores, na qual infelizmente a Dani Calabresa não pôde ir. Após a coletiva conseguimos entrevistar Gregório Duvivier, Clarice Falcão e o diretor Tomas Portella

Como o personagem de Gregório no filme tem dupla personalidade e comparam com Ruth e Raquel da novela "Mulheres de Areia", perguntei para ele se era mais difícil fazer Ruth e Raquel ou Tonho da Lua. Ruth e Raquel são irmãs gêmeas, uma boa e outra ruim, e Tonho da Lua é um deficiente mental. O Gregório disse: "Meu personagem no filme tem um pouco de Ruth e Raquel, o Eduardo e o Duca, e um pouco de Tonho da Lua também. As duas personalidades são meio loucas. Então é como se fossem os três na mesma pessoa.".

Depois eu quis saber deles o que os fazia mudar de personalidade, se era fome, sono, dinheiro ou política. A Clarice logo falou: "Com certeza fome, eu viro outra pessoa com fome, meu humor fica péssimo.", o Tomas comentou: "Durante o filme nós não deixamos ela passar fome em nenhum momento pra garantir que estivesse sempre de bom humor.". O Gregório disse que não esquenta a cabeça com política não, mas que nesse sentido o que faz ele mudar de personalidade seria o sono, "Fico muito rabugento quando to com sono", ele disse. 

O filme é quase uma ponte aérea entre São Paulo e Rio de Janeiro, então perguntei para os três o que eles gostariam de colocar de São Paulo no Rio e do Rio em São Paulo. A Clarice e o diretor Tomas, por coincidência, pareciam estar conversando sobre isso antes da entrevista e responderam na mesma hora: "As padarias, com certeza! Imagina chegar em uma padaria e ser atendido como você é nas padaria aqui de São Paulo.". O Gregório já partiu para um lado mais político e disse que gostaria que o Rio fosse mais organizado que SP nesse sentido mais governamental. 

Depois a Clarice e o Tomas falaram que gostariam de colocar a praia do Rio em SP. "Imagina estar andando pela Paulista e ver aquele marzão do Rio na sua frente, ia ser incrível!" e realmente seria, imagina? O Gregório disse que colocaria as montanhas do Rio em SP, "Eu acho lindas as montanhas do Rio compondo a paisagem, acho que elas cairiam bem aqui em São Paulo.". Bom, realmente, eu ia amar ter essa natureza toda do Rio e continuar aqui em São Paulo. 

O diretor Tomas já trabalhou em diversos filmes, quis saber dele por que acha que os filmes nacionais para adolescentes são tão difíceis de fazer sucesso. Ele respondeu: "Porque a gente tem uma mania de subestimar o adolescente aqui. Pode ver que os filmes nacionais para adolescentes acabam sendo muito infantis e não é isso que eles querem ver. Tanto que os adolescentes costumam ver filmes com uma temática mais adulta. Com certeza esse público vai gostar bastante de 'Desculpe o Transtorno'.".

Não perca "Desculpe o Transtorno" a partir de hoje nos cinemas! Valorize o cinema nacional e principalmente no primeiro final de semana da exibição pois garante que ele fique por mais tempo em cartaz.

Veja o trailer: 

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